Com o decreto de liberação de eventos para no máximo 3 mil pessoas e sem previsão de acordo para a realização das festas de Réveillon, a um mês e meio do fim do ano, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), disse que dificilmente será possível que o evento tenha a mesma quantidade de dias que nos outros anos e que alguns dos principais artistas marquem presença.
“Eles já estão contratados por outras praças”, disse Reis, durante a entrega do novo fardamento a ambulantes do Centro Histórico e anúncios para a categoria, nesta terça-feira, 16.
Em outras edições do Festival da Virada, evento que começou durante a gestão de seu correligionário, ACM Neto, o evento tinha cinco dias e já aconteceu na Cidade Baixa e na Boca do Rio. “Não há como fazer evento aberto ao público, mesmo controlando com a segunda dose, se limitar para 3 mil pessoas”, reclamou o prefeito.
O democrata voltou ainda a falar sobre a decisão relativa ao Carnaval, após pressão do setor do entretenimento para uma resposta definitiva das autoridades que gerem a folia.
Ainda que tenha adotado uma postura cautelosa, citando nova alta de casos de Covid-19 em outros países, o prefeito acredita que os números da pandemia permitam que a festa ocorra no período tradicional.
“Estamos deixando mais para o fim do mês, vou me sentar com o governador para tomar essa decisão. A análise vai ser do avanço da pandemia, hoje vemos lugares do mundo como Áustria e Holanda baixando medidas de restrição social e para as pessoas tomarem vacinas. Então, temos que ter cautela com essa decisão. Caso os números se confirmem, a gente realizaria o Carnaval no fim do mês de fevereiro, como previsto”, pontuou.














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