O mel produzido em Algodões e na sede de Maraú conquistou destaque nacional ao vencer o concurso realizado durante o I Simpósio de Meliponicultura dos Biomas: Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, promovido pelo Departamento de Tecnologia Rural e Animal (DTRA) em parceria com o Núcleo de Estudos Científicos e Tecnológicos em Abelhas (Necta).

O evento aconteceu entre os dias 11 e 13 de setembro, no campus da UESB, em Vitória da Conquista, reunindo criadores, técnicos, pesquisadores, estudantes e empresas de diversos estados do Brasil.
Os méis da Península garantiram 1º e 2º lugares na categoria Meliponas, com as espécies uruçu amarela (melipona mondury) e uruçu nordestina (melipona scutellaris). O mel da uruçu nordestina já havia sido premiado em 2024, em concurso realizado na Praia do Forte/BA, reforçando a qualidade da produção local.
O reconhecimento é resultado do trabalho do meliponicultor Márcio Medrado, que desde 2021 atua na criação racional de abelhas nativas na Península de Maraú. Com formação em manejo pelo Instituto Federal de Santa Catarina e experiência em cursos especializados, ele destaca que as abelhas representam muito mais do que mel:
“As abelhas promovem a conservação do meio ambiente e nos ensinam como viver em sociedade”, afirma.
Com sabor, tradição e sustentabilidade, o mel da Península de Maraú se consolida como referência nacional, fortalecendo a região no cenário da meliponicultura dos biomas brasileiros.













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