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Ex-piloto de Stock Car Tuka Rocha morre vítima de acidente com aeronave em Barra Grande, diz Sesab

Ex-piloto da Stock Car, Tuka Rocha é um dos sobreviventes de um acidente aéreo

Morreu na manhã deste domingo (17), em Salvador, o ex-piloto de Stock Car Tuka Rocha, vítima da queda de um jato executivo em Maraú, no baixo sul da Bahia, na quinta-feira (14). A informação é da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Trata-se da terceira morte confirmada após o acidente. Outras sete pessoas continuam internadas.

Christiano Chiaradia Alcoba Rocha, 36 anos, conhecido como Tuka Rocha, morreu às 6h20, no Hospital Geral do Estado (HGE), na capital baiana, segundo a Sesab. Ele estava na unidade desde sexta-feira (15), quando havia sido transferido do Hospital Municipal de Salvador. Tuka teve 80% do corpo queimado.

Não há informações sobre o sepultamento dele.

Em 2011, o ex-piloto da Stock Car já tinha escapado de um grave acidente, quando o carro que ele pilotava em uma competição pegou fogo, no Rio de Janeiro. Ele conseguiu se jogar do veículo.

Vítimas

A queda do jato executivo aconteceu na pista de pouso de um resort de luxo que está desativado. Morreram Maysa Marques Mussi, de 27 anos, e a irmã dela, a jornalista Marcela Brandão Elias, de 37 anos.

Os outros ocupantes da aeronave ficaram feridos e estão internados em hospitais de Salvador. São eles:

  • Aires Napoleão, de 66 anos, que pilotava o jato
  • Fernando Oliveira Silva, de 26 anos,
  • Marcelo Constantino, de 28 anos, neto do Nenê Constantino, fundador da Gol
  • Marrie Cavelan, de 27 anos
  • Eduardo Mussi, irmão do deputado licenciado Guilherme Mussi
  • Eduardo Trajano Telles Elias, de 38 anos, que era casado com Marcela Brandão Elias
  • Eduardo, de 6 anos, filho de Eduardo e Marcela

Novas manchas de óleo atingem o Piauí

A força-tarefa do governo federal que acompanha o caso das manchas de óleo encontradas nas praias do litoral do Nordeste e do Sudeste brasileiro confirmou nesta sexta-feira, 15, o aparecimento de novas manchas de óleo no Piauí. O material foi encontrado em praias de Ilha Grande e Parnaíba. Na quinta-feira, 14, já haviam sido registradas manchas em Luís Correia, onde a praia de Atalaia foi decretada imprópria para banho pela secretaria estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

Além desses casos no Piauí, têm vestígios de óleo e estão com ações de limpeza em andamento outros 20 locais: Araioses, no Maranhão; Fortim, no Ceará; Baía Formosa, no Rio Grande do Norte; Paulista e São José da Coroa Grande, em Pernambuco; Coruripe, Barra de São Miguel, Feliz Deserto e Piaçabuçu, em Alagoas; Brejo Grande, em Sergipe; Prado, Canavieiras, Ilhéus, Itacaré, Maraú, Cairu, Belmonte e Entre Rios, na Bahia; Linhares e Serra, no Espírito Santo.

Segundo nota divulgada nesta sexta-feira pela força-tarefa, já foram recolhidas cerca de 4.500 toneladas de resíduos de óleo.

Maysa Mussi é a segunda morte confirmada de acidente aéreo em Barra Grande, na Península de Maraú

 

As irmãs, Marcela e Maysa não resistiram ao acidente (Foto: Reprodução/Instagram)

 

Do Correio da Bahia

O acidente  aéreo que ocorreu em Maraú, no sul da Bahia, teve sua segunda morte confirmada neste sábado (16). Maysa Marques Mussi tinha 27 anos e era irmã de Marcela Brandão Elias, também vítima fatal da tragédia que deixou outros oito feridos. 

A informação da morte foi confirmada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), por volta das 22h. Por meio de nota, a pasta informou que a sobrevivente foi transferida do Hospital do Subúrbio, onde estava internada, para o Hospital Geral do Estado (HGE) nesta tarde, “no entanto, a paciente veio a falecer por volta das 21h30. Oito pacientes permanecem internados. A unidade estadual é referência em trauma e um dos poucos equipamentos do Brasil dotados de centro cirúrgico e UTI especializados no atendimento a vítimas de queimaduras”.

Maysa era uma das pacientes em estado mais grave entre os sobreviventes e não resistiu à transfêrencia de unidade hospitalar. Todos os outros oito sobreviventes também estão em estado grave. Estavam no bimotor Cesna Citation 550 de Prefixo PT-LTJ Eduardo Trajano Elias, Marcela Brandão Elias e Eduardo Brandão (de 6 anos e filho do casal), o ex-piloto de Stockcar Tuka Rocha, que teve 80% do corpo queimado, além de Maysa Mussi, esposa de Eduardo Mussi, também ocupante do avião e irmão do deputado federal licenciado Guilherme Mussi (PP-SP), Marcelo Constantino Alves, Marie Cavelan, Fernando Oliveira e Aires Napoleão Guerra, piloto do avião, que caiu nesta quinta-feira (14).

Todos os feridos estão em estado grave e a maior parte deles está sob efeito de sedativos, por causa da forte dor que sentem no corpo, e alguns chegaram a precisar de anestesia geral para que a equipe médica pudesse fazer o processo de limpeza e curativos. Maysa casou em meados de agosto com Eduardo, em um resort de luxo em Itacaré. O casal não tem filhos.

Embora tenha morrido ainda no local do acidente, o corpo de Marcela Elias segue no Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Ilhéus, onde aguarda reconhecimento. Como ela foi carbonizada, o processo de identificação deve ocorrer através de comparação de arcada dentária. Uma dentista legal aguarda alguns documentos solicitados à família, como prontuários de dentistas, fotos que mostrem o sorriso da vítima ou laudos médicos.

Destroços do avião que caiu em Barra Grande foram retirados neste sábado

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Os trabalhos de retirada dos destroços do avião bimotor Cessna 550 que caiu nesta quinta-feira (14) próximo da pista de pouso do resort Kiaroa Eco-Luxury Resort, na praia de Barra Grande, distrito de Maraú, na região sul da Bahia começaram na manhã deste sábado.

O material foi levado para um hangar que é de propriedade da família do deputado federal Guilherme Mussi. A queda do avião deixou uma vítima fatal confirmada: Marcela Elias, figura muito conhecida na alta sociedade paulistana. Marcela era casada com Eduardo Elias, filho de Jorge Elias, um dos maiores decoradores do Brasil, e Lucila. Marcela, que era jornalista e atuou por muitos anos como relações públicas, morreu carbonizada.

 

O bimotor pertence ao banqueiro José João Abdalla Filho, conhecido como Juca Abdalla, dono do Banco Clássico e um dos homens mais ricos do Brasil.

Aeronáutica começa investigação sobre queda de avião em Barra Grande; uma pessoa morreu e 9 ficaram feridas

Investigadores do Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II), da Aeronáutica, chegaram nesta sexta-feira (15) a Barra Grande, distrito que pertence a Maraú, no baixo sul baiano, para investigar a queda de um avião no local.

O acidente aconteceu na quinta-feira (14) em uma pista de pouso de um resort de luxo da região que está desativado. Uma mulher morreu carbonizada e nove pessoas ficaram feridas. Todas as vítimas feridas, entre elas uma criança de 6 anos, estão internadas em Salvador.

A Seripa II, que é um órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), faz uma coleta de dados, a partir da análise de partes da aeronave, fotografias da cena, reunião de relatos de testemunhas e documentos.

De acordo com a Aeronáutica, a investigação realizada pelo CENIPA vai apontar as causas do acidente e tem, também, o objetivo de prevenir que novos acidentes com as mesmas características aconteçam. Não há data para conclusão da investigação.

 

Tuka Rocha, vítima de queda de avião, segue internado em estado grave

Ex-piloto da Stock Car, Tuka Rocha é um dos sobreviventes de um acidente aéreo

Da Revista Veja

A informação dada pelo comentarista Luciano Burti, durante a transmissão dos treinos livres para o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 no canal SporTV, de que o ex-piloto de Stock Car paulistano Tuka Rocha havia morrido após a queda de um avião bimotor Cessna 550 na tarde de quinta-feira 14, em Maraú, no sul da Bahia, foi desmentida minutos depois pelo narrador da casa, Sergio Mauricio. Tuka, chamado Christiano Chiaradia Alcoba Rocha, segue internado em estado grave no Hospital Geral do Estado, em Salvador, com queimaduras em 80% do corpo.

A queda do avião deixou uma vítima fatal confirmada: Marcela Elias, figura muito conhecida na alta sociedade paulistana. Marcela era casada com Eduardo Elias, filho de Jorge Elias, um dos maiores decoradores do Brasil, e Lucila. Marcela, que era jornalista e atuou por muitos anos como relações públicas, morreu carbonizada.
 

Seu filho de seis anos e o marido também estavam a bordo. Conforme a secretária de Saúde de Maraú, Juliana Lemos, eles ficaram com 90% do corpo queimado e são os feridos em estado mais grave. Ainda segundo Juliana, as outras vítimas apresentam queimaduras que cobrem entre 30% a 40% dos corpos.

O avião transportava amigos e parentes para um final de semana na Bahia. Também estavam a bordo Maysa Mussi, Eduardo Mussi (irmão do deputado Guilherme Mussi), Cristiano Rocha, Marcelo Constantino Alves, Marie Cavelan, Fernando Oliveira e o piloto da aeronave, Aires Napoleão Guerra.

Segundo a prefeitura de Maraú, a aeronave pegou fogo — ainda não se sabe se devido a algum problema que pode ter causado a queda ou se em função do choque com o solo, ocorrido por volta das 14h.

Em entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, o deputado estadual de São Paulo Delegado Olim (PP) informou que os passageiros do avião são da família do deputado federal licenciado Guilherme Mussi (SP), presidente do PP em São Paulo.

“Eles têm uma fazenda lá em Maraú, essa pista é da família. Foi descer o avião e pegou fogo. O irmão dele estava com a esposa, a moça que morreu é irmã da mulher dele [do irmão de Mussi], tem uma criança também. Eles estavam em oito no avião. O irmão dele conseguiu falar com o pai dele, que está fora do Brasil, está todo mundo meio em estado grave no hospital. Até está mandando um avião UTI para a Bahia para ver se vão transferir alguém pra cá”, relatou Olim.

O bimotor pertence ao banqueiro José João Abdalla Filho, conhecido como Juca Abdalla, dono do Banco Clássico e um dos homens mais ricos do Brasil. A reportagem entrou em contato com o banco, que não forneceu nenhuma informação sobre a aeronave ou sobre o paradeiro do proprietário.

De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o bimotor prefixo PT-LTJ, registrado em nome de Abdalla, foi fabricado em 1981, adquirido em agosto de 2015, e estava com o certificado de aeronavegabilidade em situação regular. Registrado para realizar serviços aéreos privados, o bimotor não pode ser utilizado como táxi-aéreo comercial.

 

475 militares chegam em Ilhéus para ajudar na limpeza das praias do litoral sul baiano

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre recepcionou na manhã desta quinta-feira (14), no Porto de Malhado, uma tropa com 260 de fuzileiros navais. De acordo com o Comando da Marinha, 475 militares, sendo 260 fuzileiros navais e 215 militares foram enviados no intuito de agregar esforços junto a centenas de voluntários e representantes de diversos órgãos nas ações de limpeza das praias do litoral sul do estado.

Giovani Andrade, delegado da Capitania dos Portos de Ilhéus lembrou que o município se tornou exemplo nas atividades de preparação e diante disso, foi possível sensibilizar as autoridades para o envio dos militares. Andrade pontuou que a intenção é distribuir os fuzileiros navais nas praias da região, dando apoio aos demais órgãos envolvidos na ação.

Jatinho de luxo que caiu em Barra Grande pertence ao bilionário e nono homem mais rico do Brasil

O bimotor Cesna Citation 550 de Prefixo PT-LTJ, que caiu nesta quinta-feira (14) próximo da pista de pouso do resort Kiaroa Eco-Luxury Resort, na praia de Barra Grande, distrito de Maraú, na região sul da Bahia, é de propriedade do bilionário brasileiro José João Abdalla Filho, de 74 anos.

O avião deixou uma mulher morta e outros nove feridos. Banqueiro e político, ele é atualmente o nono homem mais rico do Brasil (769 do mundo), conforme informações da revista de negócios Forbes.com. Mais conhecido como Juca Abdalla, ele é dono do Banco Clássico e tem uma fortuna estimada de US$ 3,1 bilhões (R$ 12,9 bilhões). 

Em entrevista ao portal R7 por volta das 15h30 desta quinta, Abdalla confirmou que é o proprietário do jatinho. Ele, no entanto, encontra-se na cidade de Nova York e não sabe quem estava à bordo da aeronave. Segundo dados da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), a aeronave estava com o certificado de aeronavegabilidade em situação regular.

 

Marcela Brandão Elias morreu após queda de avião em Barra Grande; feridos estão em hospitais de Salvador

Do Correio da Bahia

A mulher morta na queda de um avião de pequeno porte na praia de Barra Grande, distrito de Maraú, no Baixo Sul do estado, foi identificada como Marcela Brandão Elias. Segundo o portal Uol, ela tinha 37 anos, era jornalista e relações públicas e, de acordo com informações preliminares, estava no avião com a irmã Maysa, que é casada com Eduardo Mussi, irmão do deputado federal licenciado Guilherme Mussi (PP-SP).

Marcela Brandão Elias morreu após queda de jatinho em Barra Grande.

A mulher morta na queda de um avião de pequeno porte na praia de Barra Grande, distrito de Maraú, no Baixo Sul do estado, foi identificada como Marcela Brandão Elias. Segundo o portal Uol, ela tinha 37 anos, era jornalista e relações públicas e, de acordo com informações preliminares, estava no avião com a irmã Maysa, que é casada com Eduardo Mussi, irmão do deputado federal licenciado Guilherme Mussi (PP-SP).

Além dela, outras nove pessoas que estavam no bimotor Cessna Aircraft modelo 550, que caiu quando se preparava para pousar na pista do resort Kiaroa Eco-Luxury Resort, por volta de 14h desta quinta-feira (14), ficaram feridas e foram trazidas para hospitais de Salvador em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer).

Segundo a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), cinco vítimas foram encaminhadas para o Hospital Geral do Estado (HGE), uma para o Hospital do Subúrbio e três para o Hospital Municipal de Salvador, em Cajazeiras. Do total de feridos, oito são adultos, sendo cinco homens e três mulheres, e uma criança do sexo masculino. Antes de virem para Salvador, os feridos foram encaminhados para o posto de saúde de Barra Grande, onde receberam os primeiros socorros.

Chamado
A assessoria da Polícia Militar informou que o Graer foi acionado por volta das 15h30 e chegou em Maraú 40 minutos após o chamado. Segundo a prefeitura de Maraú, o acidente ocorreu por volta das 14h.

A unidade utilizou o avião Grand Caravan com aparato médico a bordo, e dois helicópteros para a remoção imediata para as unidades hospitalares da capital.

Carbonizada
Logo após a queda, os passageiros conseguiram sair antes de o fogo tomar conta da aeronave. A única vítima fatal, Marcela Brandão Elias, ficou presa nos destroços do avião e o corpo ficou carbonizado.

Segundo o portal Uol, a família Mussi tem uma casa de veraneio em Barra Grande e segundo moradores da região, sempre se desloca de avião até Maraú. 

Parentes de deputado federal Guilherme Mussi estavam em aeronave que caiu em Barra Grande

Parentes do deputado licenciado Guilherme Mussi estavam na aeronave que caiu e pegou fogo na pista de um resort em Barra Grande, distrito do município de Maraú, no baixo sul da Bahia, na tarde desta quinta-feira (14). O acidente deixou uma mulher morta, que ficou carbonizada, e nove feridos.

Segundo informações apuradas pelo Portal Barra Grande 24h, a pessoa que morreu foi Marcela Brandão Elias, a irmã da esposa de Eduardo Mussi, que é irmão do deputado. 

Também estavam na aeronave o filho da vítima, Eduardo e a esposa dele e o ex-piloto da Stock Car Tuka Rocha. Todos eles sobreviveram, ainda conforme a assessoria de Mussi. Informações iniciais apontam que ao menos seis passageiros são familiares de Guilherme Mussi — o deputado licenciado não estava no avião.





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