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Turista com manchas na pele após banho de mar em Ilhéus piora e é internado

Do Correio 24h

O turista mineiro Anderson Gabriel Palmela, 38 anos, que apresentou suspeita de intoxicação por petróleo cru em Ilhéus, no litoral sul da Bahia, teve uma piora em seu estado de saúde e precisou ser internado nesta segunda-feira (4), no Hospital do Cacau. Ele passou a apresentar novos sintomas desde domingo (3), quando percebeu sangue nas fezes.

A informação é da Secretaria de Saúde de Ilhéus, que informou que Anderson Gabriel passou mal durante um exame de cardiologia. Ele se queixou de sintomas de intoxicação por óleo, como náuseas, tontura e dor de cabeça.
Pouco antes do exame, Palmela relatou ao CORREIO que já tinha tido uma piora no final de semana, com a constatação de sangue nas fezes, enquanto ele descansava na casa de um tio em Ilhéus. A cidade do litoral sul da Bahia é uma das atingidas por manchas de petróleo cru.

“No momento em que eu me banhava no mar, não vi manchas de petróleo. Depois que voltamos lá, ainda no sábado, encontramos fragmentos”, disse o mineiro, que relatou ardência nas costas e manchas na pele.

O turista relatou ainda que, diferente das possibilidades levantadas, suas queimaduras não têm relação com animais como águas-vivas. “Hoje, a médica que me atendeu, uma dermatologista chamada Jeane, da rede municipal de saúde, disse que as manchas não eram de intoxicação por caravelas ou água-viva, e me passou outros exames para fazer durante essa semana”, completou.

Os exames aos quais Anderson Gabriel já foi submetido são das áreas de neurologia, gastroenterologia e cardiologia. O diagnóstico ainda não foi concluído, mas a dermatologista tranquilizou o mineiro. “Ela não deu diagnóstico sobre o que era, mas disse que as manchas na pele iriam sair. Não sabemos se as fezes no sangue têm relação com a intoxicação”, declarou.

O turista mineiro, que trabalha como empresário, mora em Teófilo Otoni, no interior de Minas Gerais, e foi a Ilhéus para visitar um tio na semana passada. Segundo ele, o banho de mar que causou as manchas aconteceu na praia de Jardim Atlântico, próximo da famosa Praia dos Milionários.

“No momento que me banhava não tinha mais ninguém no mar, apenas uns caras pescando, mas eles estavam em cima das pedras. Eu saí da praia com as costas sujas de óleo, mas olhei ao redor e não vi manchas ou fragmentos, só depois quando retornamos, junto com funcionários da Prefeitura”, afirmou.

O médico Luís Roberto Andrade Petrez, coordenador do Pronto Atendimento da Zona Sul e quem deu o primeiro socorro ao turista mineiro, informou que não houve mais ninguém se queixando de problemas semelhantes na região.

“Estamos investigando essa situação melhor, para termos um diagnóstico correto. Precisamos ver se as funções renal e hepática estão funcionando bem, mas inicialmente parece ser um caso isolado”, disse o médico.

O secretário Municipal de Saúde de Ilhéus, Geraldo Magela, informou que, na cidade, foram registrados dois casos de intoxicação leve por petróleo cru na semana passada, sendo um de uma voluntária e outro de um surfista, mas ambos foram atendidos e passam bem.

“Nesses dois casos, as pessoas apresentaram muita náusea, com fortes dores de cabeça e tonturas, mas não foi o mesmo sintoma do turista mineiro. Por serem sintomas diferentes, é preciso fazer mais exames e ver o que é”, comentou.

O CORREIO tentou contato com a médica de prenome Jeane, sem sucesso.

Já a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou que está acompanhando o caso e aguarda o envio de relatório sobre o mesmo. Divulgou também que enviou aos municípios comunicado com orientações sobre a toxidade do petróleo cru.

Prefeitura emite nota oficial sobre descarte do óleo coletado nas praias de Maraú

 

Diante da denúncia de descarte irregular de produto tóxico, a Prefeitura Municipal de Maraú, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, informa que durante uma reunião com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), que ocorreu na cidade de Itabuna, ficou acertado que todo o material retirado do mar seria colocado em um local apropriado no município de Maraú, essa foi à orientação do Instituto.

O governo da Bahia será responsável em remover todo o produto do município para descarte em local apropriado. Isso deve acontecer após licitação para escolha da empresa.

A prefeitura informa que o material está sendo colocado em um galpão coberto, no município, como foi orientado pelo INEMA. Acontece que, algumas pessoas que estavam transportando o referido material acabaram descartando o produto no lixão, o que gerou preocupação e até denúncia por parte da população. Assim que tomou conhecimento do fato, a prefeitura entrou com as devidas providências.

Neste momento as máquinas da prefeitura estão removendo o óleo e colocando no galpão, como foi orientado pelo INEMA. Enquanto a verba que foi dita no vídeo que a prefeitura teria recebido, é mentira. Pois, nem o governo Federal ou Estadual ainda não destinou verba financeira nenhuma para tal finalidade.

A prefeitura conta com uma equipe de aproximadamente 40 pessoas, espalhadas em grupos monitorando e limpando as praias da Península de Maraú com o apoio de populares, além do apoio do Corpo de Bombeiros, Marinha, Defesa Civil e AMURC.

Maraú: Homem sofre facada na região do abdômen em Barra Grande

Um homem teria sofrido uma tentativa de homicídio na tarde do último domingo (3), em Barra Grande. Elinaldo Sardinha Santos sofreu um golpe de faca na região do abdômen e teve que ser hospitalizado. A ação criminosa está sendo investigada pela Polícia Civil de Maraú que apura os motivos e procura o principal suspeito.  A polícia militar foi acionada para a ocorrência, fizeram buscas mas não conseguiu localizar o suspeito. 

 

Maraú: Domingo de sol, águas cristalinas e praia limpa em Barra Grande e Taipu de Fora

Piscinas Naturais da Praia da Bombaça | Foto: Darlim Santos

O final de semana de sol e calor foi convidativo para os moradores, veranistas e turistas aproveitarem as praias do distrito de Barra Grande, na Península de Maraú. A limpeza das praias foi motivo de elogios pelos frequentadores que aproveitaram o bom tempo para tomar um banho de mar, se bronzear ou praticar esportes.

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Uma leve brisa, com rajadas de até 14 km por hora, diminuía um pouco a sensação de calor e deixava o dia quase nuvens perfeito para curtir as piscinas naturais ao longo de todo litoral do distrito.

Nesta semana, algumas praias da Península foram atingidas novamente por fragmentos de óleo, mas uma enorme força-tarefa entre, Bombeiros, Prefeitura e Voluntários rapidamente fizeram a limpeza dos locais. 

 

Prefeito de Valença confirma chegada de manchas de óleo na praia de Guaibim neste domingo

O prefeito de Valença, Ricardo Moura, em entrevista ao radialista Ciro Pimentel, da rádio Rio Una FM, confirmou a chegada de grandes manchas de óleo na praia do Guaibim, na manhã deste domingo (3) na capital do Baixo Sul. De acordo com o prefeito, funcionários da Secretaria de Meio Ambiente com apoio de moradores da região já atuam na limpeza da praia com equipamentos de proteção individual. A praia fica próxima a Morro de São Paulo, local que já foi atingido pelo poluente desde o final do último mês. 

Manchas de óleo voltam a atingir quatro praias de Salvador neste domingo

As manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste voltaram a aparecer nas praia da Paciência, Buracão, Stella Maris e Corsário, em Salvador, na manhã deste domingo (3). Segundo a Empresa de Limpeza Urbana do Salvador (Limpurb), em Stella Maris e na praia do Corsário, que fica entre os bairros de Pituaçu e Boca do Rio, foram achadas pelotas da substância.

Já nas praias da Paciência e Buracão, que ficam no bairro do Rio Vermelho, fragmentos do óleo foram encontrados na areia e nas pedras das localidades. Equipes da Limpurb trabalham nos locais. 

Do primeiro dia que o óleo tocou o litoral de Salvador até agora, foram retiradas mais de 110 toneladas das praias da capital. Só de sexta-feira (1º) até esta manhã, foram 8,2 toneladas. Neste fim de semana, as áreas mais afetadas foram Ondina, Amaralina, Corsário, Pituba, Praia do Flamengo, Stella Maris, Paciência e Ipitanga. Só no sábado (2), cerca de 4,5 toneladas de óleo foram removidas desses pontos.

Proporcionalmente ao tamanho da área, o Rio Vermelho foi a praia mais afetada: 1,2 toneladas só no sábado. A maior dificuldade da Limpurb é tirar o óleo das pedras.

As manchas de óleo começaram a chegar à Bahia em 3 de outubro, quase um mês após o início do problema no país. Ao menos 26 cidades baianas já foram atingidas. O Governo do Estado decretou situação de emergência.

Maraú: Piscinas naturais de Taipu de Fora são limpas após aparecimento de fragmentos de óleo

Do G1 BA

As manchas de óleo que atingem o litoral da Bahia chegaram às piscinas naturais de Taipu de Fora, na cidade de Maraú, baixo sul da Bahia, nesta sexta-feira (1º). A praia é conhecida pelas águas cristalinas e é a principal atração turística da península do município.

A prefeitura de Maraú começou a fazer a remoção dos fragmentos desde o início da manhã, e conta com a ajuda de voluntários que estão no local. Ainda não há um balanço da quantidade de óleo removido. 

A Polícia Federal identificou, também nesta sexta, um navio de bandeira grega que é suspeito de ser o responsável pelo derramamento do óleo no litoral nordestino. Mandados de prisão expedidos no Rio Grande do Norte estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro.

 

Navio Grego, da empresa Delta Tankers, é responsável pelo vazamento de petróleo, diz PF

BRASÍLIA —  O navio mercante Bouboulina, de bandeira grega e propriedade da empresa Delta Tankers LTD , é o responsável pelo petróleo vazado e que contamina a costa do Nordeste. Esta é a informação da Polícia Federal (PF) que consta na decisão do juiz federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14ª Vara Federal em Natal.

O juiz determinou busca e apreensão na empresa Lachmann Agência Marítima , que foi agente marítimo da Delta Tankers no Brasil. Outra empresa foi alvo de busca e apreensão autorizada pelo juiz, a Witt O Brien’s. Ambas as empresas ficam no Centro do Rio. 

O Bouboulina ficou detido nos Estados Unidos por quatro dias, conforme documento encaminhado pela Marinha à PF. A detenção ocorreu por “incorreções de procedimentos operacionais no sistema de separação de água e óleo descarga no mar”.

Estão sendo cumpridos nesta sexta-feira dois mandados de busca no Rio em sedes de representantes e contatos da empresa grega responsável pelo navio. A partir de informações fornecidas pela Marinha, foi constatado que a Delta Tankers tinha um agente marítimo no Brasil, a Lachmann Agência Marítima, e que o navio grego Bouboulina tinha um “indivíduo qualificado” no Rio, a Witt O Brien’s. Esta última empresa atua no ramo de riscos e orienta empresas marítimas sobre planos de contingência e procedimentos a serem adotados em desastres, conforme a PF.

De acordo com as investigações, o navio mercante Bouboulina atracou na Venezuela  em 15 de julho e o derramamento teria ocorrido a 700 quilômetros da costa brasileira entre os dias 28 e 29 de julho.

As investigações foram realizadas de forma integrada com Marinha, Ministério Público Federal, Ibama e as universidades Federal da Bahia (UFBA), de Brasília (UnB) e Universidade Estadual do Ceará (UEC). Também houve apoio de uma empresa privada do ramo de geointeligência.

O Ministério Público Federal sustenta, no pedido de  busca e apreensão  encaminhado à Justiça Federal no Rio Grande do Norte, que a empresa, o comandante do navio e a tripulação foram “no mínimo criminosamente omissos” ao deixar de comunicar o vazamento : 

“É incontestável a existência de fortes indícios no sentido de que navio mercante Bouboulina, da empresa Delta Tankers LTD, foi o navio envolvido com o vazamento de petróleo que gerou uma poluição marinha sem precedentes na história do Brasil”, afirmam os procuradores da República Cibele Benevides e Victor Mariz. “Há fortes indícios de que a empresa Delta Tankers, o comandante do navio mercante Bouboulina e sua tripulação foram no mínimo criminosamente omissos ao deixarem de comunicar às autoridades competentes acerca de vazamento/lançamento de ‘petróleo cru’ no Oceano Atlântico que veio a poluir centenas de praias brasileiras.” 

 

Manchas de óleo voltam a aparecer em praias de Salvador

Correio da Bahia

Novas manchas de óleo reapareceram em dois trechos de praias de Salvador nesta sexta-feira (1). As manchas foram constatadas nas proximidades da Escola Sulamerican, na Praia do Flamengo, e do Grand Hotel Stella Maris, no bairro de mesmo nome. Mais de 75 agentes de limpeza estão trabalhando na limpeza do óleo no local. 

Desde o dia 18 de outubro, não havia registro da chegada desse resíduo na  orla soteropolitana. A Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) informou que as equipes estão de prontidão para agir de imediato e garantir a limpeza das praias da capital baiana. 

Os dados atualizados de hoje serão informados no fim do dia. A Limpurb informa que até hoje (1º), já foram retiradas mais de 108 toneladas de petróleo das praias de Salvador. 

Prefeitura, Bombeiros e Voluntários recolhem fragmentos de óleo nas praias de Piracanga e Aibin

Nesta semana, a Prefeitura de Maraú passou a contar com a ajuda de mais uma equipe de voluntários na limpeza das manchas de óleo nas praias da península. Após solicitação da Prefeita Gracinha, o comando do Corpo de Bombeiros Militar de Itabuna, disponibilizou quase 10 homens para se somar aos trabalhos desenvolvidos pelas secretarias municipais de Meio Ambiente, Infraestrutura e voluntários. 

Com o auxílio do Corpo de Bombeiros, foram recolhidas pouco mais de 2 toneladas de óleo nas praias de Piracanga, Aibin e Ponta da Folha, na última quarta-feira e quinta-feira. De acordo com a Prefeita Gracinha, ao todo, a Prefeitura já conta com 350 voluntários, incluindo militares da Marinha.

“São reforços fundamentais nessa atuação. Nossas equipes atuam todos os dias nas praias, nesse processo intenso de limpeza das manchas, porém, quando somamos forças o trabalho ganha em eficiência e em tempo. Portanto, toda ajuda é bem-vinda e de extrema importância”, destaca.

No entanto, Gracinha fez uma consideração para os que se propõe a ajudar. “É claro que ficamos muito satisfeitos quando vemos a disposição das pessoas em ajudar, mas, é preciso alertar que esse óleo é prejudicial, por isso, é necessário usar os EPIs no trabalho de limpeza. É uma ação simples, mas, demanda cuidados para não causar mal à saúde das pessoas”, alerta.

 

Desde a chegada dos primeiros fragmentos de óleo nas praias de Maraú, uma força-tarefa se reuniu em prol do meio ambiente, e um esquema de monitoramento foi planejado, inclusive com o apoio de imagens feitas por drones, para que o problema fosse mitigado o mais rápido possível, como afirma o secretário municipal do Meio Ambiente, Valdemir Lisboa.

ASCOM – Prefeitura de Maraú

 





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