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:: 25/jul/2020 . 21:11

EM 24 HORAS, DOIS POLICIAIS MILITARES MORREM DE COVID-19 EM ILHÉUS

A Polícia Militar no sul da Bahia perdeu para o novo coronavírus dois dos seus integrantes nas últimas 24 horas. Uma das vítimas foi a cabo Rachel Maria da Silva Neta, de 45 anos. Ela faleceu na tarde desta sexta-feira (24).

Casada e com dois filhos, Rachel Maria ingressou na Polícia Militar há mais de 20 anos. Lotada no 2º Batalhão de Ensino, Instrução e Capacitação (BEIC), em Ilhéus, a policial foi internada, no início da semana, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Ilhéus, onde faleceu nesta sexta.

Colega de corporação de Rachel, Marcos Santos Góis também não resistiu a doença. O soldado da Polícia Militar também estava internado na UTI do Hospital de Ilhéus e morreu na noite de quinta-feira (23). Ele era lotado na 70ª Companhia Independente da Polícia Militar em Ilhéus, para onde foi transferido após anos no 8º Batalhão da PM, em Porto Seguro.

Em estado grave, o soldado da Polícia Militar da Bahia foi internado no início do mês com os sintomas da Covid-19. Morador do bairro Teotônio Vilela, o PM deixa esposa e duas filhas. Ele estava na corporação há nove anos. (Pimenta)

SECRETARIA DE SAÚDE DE MARAÚ CONFIRMA MAIS UM CASO DE COVID-19 EM BARRA GRANDE

A Secretaria de Saúde de Maraú confirmou neste sábado, 25, mais 1 caso confirmado da COVID-19 no distrito de Barra Grande. Neste sábado não houve notificações de novos suspeitos ou de casos recuperados.

Até a presente data, Maraú contabiliza, 222 casos confirmados, 87 pacientes curados, 132 ativos, 03 óbitos, 70 suspeitos, 70 aguardando resultado e 122 casos negativos. Disk Covid (73) 9 9965-9338 – (73) 9 9836-5649.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta a população a reforçar as medidas sanitárias definidas para evitar a disseminação da COVID-19, utilizando máscaras caseiras, realizando a higienização adequada das mãos, evitando contato físico (mantendo a distância mínima de 2 metros entre as pessoas) e se mantendo em domicílio sempre que possível.

ASCOM – Prefeitura de Maraú

Prefeitura de SP cancela festa de réveillon na Paulista devido à pandemia do novo coronavírus

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), anunciou nesta sexta-feira (17) que a tradicional festa de réveillon da Avenida Paulista, região central da cidade, não será realizada na virada para 2021 devido à pandemia do coronavírus e o risco ainda alto de transmissão da doença em aglomerações.

“Hoje, a gente anuncia que nós também não teremos o réveillon na Paulista nessa virada de ano de 2020 para 2021. Tanto a prefeitura quanto o governo do estado de São Paulo, os técnicos da vigilância sanitária e do governo do estado entendem muito temerário nós organizarmos um evento para um milhão de pessoas na Avenida Paulista para dezembro deste ano”, disse Covas durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, Zona Sul de São Paulo.

Covas ressaltou que, apesar das perdas econômicas para a cidade, o importante é a manutenção da saúde da população.

“A área da saúde foi preponderante para que a gente tomasse essa decisão. Não há nenhuma possibilidade de se pensar nesse momento numa festa que reúne 1 milhão de pessoas. Claro que o réveillon na Paulista ajuda o setor de turismo, mas é um evento muito mais para os paulistanos do que para os turistas”, afirmou ele.

O coordenador do Centro de Contingência do estado de São Paulo contra o coronavírus, Paulo Menezes, afirmou que a decisão vai ajudar a salvar vidas: “Não é momento para pensar nisso. O Centro de Contingência fica mais tranquilo. Vamos evitar muitas mortes dessa forma, salvando vidas”, argumentou.

À espera de vacina

Na última quarta-feira (15), o governador João Doria já tinha mencionado que megaeventos como réveillon e carnaval não deverão ser celebrados diante da pandemia do coronavírus, sem a criação da vacina contra a Covid-19.

“É a maior tragédia da história desse país em qualquer tempo. Não há nada a celebrar, não há nada a comemorar. E muita atenção àqueles que diante de um quadro como esse ainda querem fazer atividades festividades de Ano Novo ou de carnaval. Nós não temos que celebrar nem Ano Novo, nem carnaval diante de uma pandemia.

“Apenas com a vacina pronta e aplicada, e a imunização feita, é que podemos ter celebrações que fazem parte do calendário do país, mas neste momento, não”, afirmou Doria, na ocasião.

Festa de réveillon no Rio é suspensa devido à pandemia da Covid

RIO – Se a pandemia do novo coronavírus mudou a rotina do mundo, agora, impacta diretamente numa das festas mais tradicionais do Rio de Janeiro: o réveillon na Praia de Copacabana. A prefeitura comunicou neste sábado que a comemoração, no modelo em que o público está acostumado a celebrar, não será possível para celebrar a chegada de 2021. O comunicado do município ressalta que é possível festejar para além da reunião de 3 milhões de pessoas na Praia de Copacabana, cartão postal de importância para a data. A ideia, a ser debatida nos próximos dias, é de apresentar os formatos possíveis dentro de um formato virtual, com transmissão por TV e plataforma digitais.

Mesmo num novo formato, a parceria com a iniciativa privada seria necessária para a realização do espetáculo, segundo a Riotur informou em nota. A organização, de acordo com a pasta, ainda é possível de ser feita pois os preparativos e estudos têm sempre início em agosto. Sendo assim, estaria dentro do cronograma esperado.

Na semana passada, no dia 17, a prefeitura de São Paulo anunciou o cancelamento de sua também tradicional celebração da virada de ano na Avenida Paulista. A mudança no calendário também foi motivada pela pandemia da Covid-19.

Na última festa de réveillon carioca, as areias de Copacabana ficaram tomadas por mais de 3 milhões de pessoas. A tradicional queima de fogo, com programação de shows durante toda a noite do dia 31 de dezembro, é um dos principais cartões postais do Brasil para a data, sendo a maior festa do país.

Há um mês, a prefeitura já sinalizava buscar por formas alternativas de celebrar a chegada do novo ano sem programações para levar milhões de cariocas e turistas para as ruas. A transmissão de shows pela internet era cogitado. A expectativa era de queda no número de casos de infecção pela Covid-19 e um controle ao ponto de evitar uma nova onda de contágio.

Na avaliação do presidente da Associação de Hotéis do Rio (ABIH-RJ), Alfredo Lopes, a decisão da prefeitura é “um absurdo”, e impacta as operações do setor, que chegou a ter 80% dos estabelecimentos fechados e cerca de 20 mil empregos suspensos na quarentena. Segundo dados da entidade, a ocupação na capital está em torno de 15% a 20% da capacidade. Para Lopes, uma saída para evitar aglomerações na Praia de Copacabana seria distribuir pontos de queima de fogos na orla da cidade.

— Nós vínhamos conversando, inclusive com o presidente da Riotur, com a proposta de fazer queimas de fogos em vários pontos e de não ter shows em Copacabana. Era uma forma de não ter concentração no bairro. É um total absurdo a prefeitura, unilateralmente, sem conversar com a iniciativa privada, que tem mais de R$ 20 bilhões de investimentos e geram 100 mil empregos, cancelar sem ter um plano B, o que é facílimo. O Carnaval até concordamos que seja adiado, mas, o cancelamento da festa do réveillon é um absurdo total! É muito diferente de São Paulo, que não tem pontos turísticos como tem no Rio. A proposta era fazer pontos de fogos descentralizados pela orla e, com isso, não teria aglomeração — argumenta.

LIBERADO POR CAUSA DA COVID-19, DETENTO É PRESO PELA PM DE MARAÚ COM ARMA E MUNIÇÃO EM TREMEMBÉ

 

Um homem que deveria estar em prisão domiciliar, devido a uma decisão da justiça tomada por conta da pandemia de coronavírus, foi preso por porte ilegal de arma de fogo nesta sexta-feira, 24, no povoado de Tremembé. O criminoso foi preso após abordagem da polícia militar de Maraú

Conforme divulgado pela Polícia Militar, por volta das 20h,  guarnições do Caubi e de Maraú realizavam patrulhamento quando avistaram dois homens em atitude suspeita. Os policiais deram ordem de parada, sendo encontrado em poder de A. J. N. S. de 46 anos, um revólver calibre .38, com número de série KM477577, 12 (doze) munições de igual calibre, uma peteca de cocaína e R$ 11,00 em espécie.

O homem foi identificado como detento condenado por tráfico de drogas e deixou o sistema prisional devido a pandemia de coronavírus. Ele estava acompanhado de um jovem de 18 anos. Ambos foram conduzidos para a delegacia de Ilhéus. O comandante da Polícia Militar de Maraú, Tenente Barreto, está intensificando o policiamento para combater o tráfico de drogas.

As saídas temporárias de presos, conhecidas popularmente como saidões, estão chamando a atenção da sociedade durante a pandemia de coronavírus. Contrários às decisões judiciais que liberam os criminosos, a população de bem defende o fim do benefício e temem o aumento da violência no país.

Soltar presos durante a pandemia não é algo coerente, visto que as prisões já são cenário de proliferação de outras doenças. Dentro dos presídios, já há tuberculose, pneumonia, HIV e outras doenças causadas por vírus e bactérias já se proliferam. Então, não seria solução agora essa medida de soltar presos durante a pandemia de forma indiscriminada e sem controle.

 

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