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:: 26/mar/2020 . 23:19

Rui Costa diz achar ‘difícil fazer São João esse ano’ na Bahia por causa do coronavírus

O governador da Bahia, Rui Costa, disse hoje (26) achar “difícil fazer São João este ano” por causa da pandemia de coronavírus em todo o mundo. “Não tomamos a decisão ainda. Vamos esperar um pouco, até final de abril, para tomar uma decisão. Basta ter um ou dois contaminados por cidade, que seria uma absoluta imprudência e irresponsabilidade fazer festa junina numa cidade. Mas a principio acho difícil que a gente consiga reunir multidões em todo o estado”, disse ele, em entrevista à TV Band. A Bahia somou 108 casos confirmados de coronavírus até hoje. Nenhuma morte foi registrada. (Metro1)

Ilhéus confirma segundo caso do novo coronavírus no município

A prefeitura de Ilhéus confirmou, no início da noite desta quinta-feira (26), o segundo caso da Covid-19 no município. O paciente, do sexo masculino, foi infectado em outro estado, com transmissão comunitária comprovada, onde foi participar de uma atividade profissional. Ele se encontra em isolamento domiciliar.

A confirmação acontece após o último boletim do governo estadual, que anunciou 108 casos confirmados do novo coronavírus na Bahia (veja aqui). Com mais essa contaminação registrada em Ilhéus, o estado chega a pelo menos 109 pessoas contaminadas. Ilhéus ainda espera os resultados dos exames de 41 casos suspeitos da Covid-19. Por outro lado, 36 já foram descartados. (Bahia Notícias)

“Recomendar retorno das atividades gera riscos e irresponsabilidades e prefeitos não vão pagar” Diz Amurc após fala de Rui Costa

Nos últimos dias tivemos depoimento dos chefes de Estado, da União e do Estado da Bahia, entes federados importantes na estrutura federativa do Brasil. Foi comum nas suas falas a solicitação para aberturas das atividades econômicas consideradas não essenciais neste momento de pandemia, expondo indevidamente os Prefeitos e Prefeitas nas suas decisões mais duras da sua vida.

Destacamos que nenhum decreto municipal deixou ser embasado em declarações, técnicas, científicas e de legislação específica, norteadores das decisões tomadas. Soma-se a esta decisão o fato de não possuirmos testes para atendimento de no mínimo dos pacientes considerados clinicamente suspeitos. Estes últimos sem comprovação por falta de testes, levando as autoridades a uma análise fria dos números que consideramos e denominamos de risco eminente. Veja o crescimento excepcional dos países antes e depois da ampliação de indivíduos testados.

O município é o primeiro ente federado atingido brutalmente por esta pandemia. É no município que as pessoas vivem e onde o comércio, os serviços e as indústrias funcionam. Será, portanto, na porta dos agentes públicos municipais que o cidadão irá buscar os primeiros socorros.

Assim, os gestores municipais, ao Decretar a Situação de Emergência e tomar as decisões recomendas pela Organização Mundial de Saúde – OMS, o fez com coragem e determinação. O retorno das atividades econômicas é urgente e necessária, para tanto, os municípios tem que minimizar os riscos, atestar 100% os casos suspeitos e manter as barreiras fitossanitárias nos acessos das cidades e distritos, criando uma zona de proteção e de segurança para o seu munícipe.

PEDIMOS APOIO INCONDICIONAL DA UNIÃO E DO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA, POIS RECOMENDAR O RETORNO DESTAS ATIVIDADES SEM AO MENOS PROVER UM MÍNIMO DE SEGURANÇA, GERA RISCO E IRRESPONSABILIDADE, PREÇO ESTE QUE OS PREFEITOS (AS) NÃO QUEREM E NÃO VÃO PAGAR. ASSIM DECIDIMOS:

Em reunião por videoconferência, promovida pela Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano – Amurc, nesta quinta-feira, 26, os prefeitos decidiram pela manutenção dos decretos municipais até os seus vencimentos, tendo em vista a ameaça dos casos suspeitos de Coronavírus nessas localidades e que ainda não foram autorizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen) para análise.

A decisão em conjunto adotada pelos prefeitos de Itajuípe, Coaraci, Buerarema, Floresta Azul, Almadina, Ibicuí, Santa Cruz da Vitória, Ubaitaba, Santa Luzia e Jussari que deverá ser seguidas pelos demais prefeitos e prefeitas da região, vê a necessidade de manter o fechamento do comércio e garantir o funcionamento das Casas Lotéricas, agências bancárias e serviços essenciais, como mercados, farmácias e postos de gasolina.

Ainda ficou acordada para a maioria dos gestores a realização das feiras livres com distância entre as barracas e sem a participação de feirantes de outras localidades. Os decretos têm a duração de 15 dias e os gestores vão manter as barreiras sanitárias, instaladas nas entradas dos municípios visando controlar a entrada e a saída de pessoas.

Durante a reunião, os gestores reclamaram da falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o uso das equipes que estão trabalhando na linha de frente de combate ao Coronavírus. Além disso, foi comum entre eles, a insatisfação com os governos Estadual e Federal sobre a falta de recursos financeiros e de material para que os municípios possam enfrentar a pandemia.

Todas as medidas adotadas em decreto atende a necessidade urgente de garantir a saúde da população, diante do aparecimento de novos casos. À medida que outras necessidades forem aparecendo, os prefeitos destacaram em reunião que podem ser adotadas outras posturas, em consonância com a realidade local e os interesses da população. Por fim, estamos nos reunindo diariamente por meios eletrônicos, para atuarmos conjuntamente em prol do nosso povo. (Políticos do Sul da Bahia)

Fala de Rui Costa para que cidades sem COVID-19 não adotem medidas restritivas causa revolta dos prefeitos

A reunião virtual do governador Rui Costa (PT) com os prefeitos causou uma grande insatisfação com os prefeitos. O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro (PSD) declarou no grupo de prefeito que considerou a reunião uma “Tragédia”:

“ A UPB não fica sem resposta não, eu liguei para o governador e falei da insatisfação dos prefeitos. O governador prometeu conversar conosco amanhã no papo correria as 12 horas, e ser justo com os prefeitos. Eu liguei e falei a verdade para o governador, falei que os prefeitos tomaram medidas para proteger seu povo e sua gente e merece respeito do nosso governador. A primeira reunião virtual foi ótima, essa segunda foi uma tragédia, eu disse a ele que foi uma tragédia, não pode ficar como está”.

ENTENDA O CASO

A polêmica começou quando o governador Rui Costa sugeriu que as cidades que não registraram casos da Covid-19 não adotem medidas drásticas. Na conversa, Rui sugeriu que atividades como feiras livres sejam mantidas.

De acordo com o governador, algumas medidas foram adotadas apenas em municípios com caso de coronavírus confirmados, como o fechamento de terminais rodoviários.

“Em minha opinião, as restrições têm que ser progressivas e gradativas, de acordo com a evolução do surgimento de casos em cada um dos municípios. O fechamento dos terminais rodoviários, por exemplo, só determinei em cidades com casos confirmados”, disse. (Políticos do Sul da Bahia)

Bolsonaro confirma vale de R$ 600 para trabalhador informal

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta quinta-feira que o auxílio oferecido a trabalhadores informais atingidos pela crise do coronavírus será de R$ 600.

O valor é o triplo do inicialmente anunciado pela equipe econômica e também é superior ao que estava sendo negociado por parlamentares. Segundo Bolsonaro, o aumento foi negociado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o deputado Vitor Hugo (PSL-GO), líder do governo na Câmara, onde o projeto é analisado.

— Conversei com o Paulo Guedes, o major (Vitor Hugo) também conversou, e o Paulo Guedes resolveu triplicar esse valor. A gente sabe que R$ 200 é pouco, R$ 600 dá uma ajuda pra quem perdeu o emprego, né… Os informais que perderam sua atividade. Então, dei o sinal verde — disse Bolsonaro, durante live nas redes sociais.

O vale para informais, apelidado de “coronavoucher”, é uma forma de repor a renda de trabalhadores de baixa renda que não têm condições de trabalhar durante a quarentena para conter a disseminação do vírus.

A primeira proposta do governo era de auxílio de R$ 200, que custaria R$ 15 bilhões ao longo de três meses. O governo ainda não divulgou o impacto fiscal do vale de R$ 600. Se for mantido o mesmo número de beneficiários da proposta inicial, é possível que o valor a ser desembolsado pelo Tesouro também triplique, para R$ 45 bilhões.

 

EUA passam China em número de contágios por novo coronavírus

Começou a temida explosão da Covid-19 nos Estados Unidos. Os números oficiais da Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda não saíram, mas nesta tarde sites de monitoramento em tempo real da Covid-19 mostram que os Estados Unidos são hoje o país mais afetado pela pandemia, passando a Itália e a China.   Médicos de Nova York dizem que já estão trabalhando no “modo de desastre” e esperam uma “chegada apocalíptica” de pacientes aos hospitais, que enfrentam falta de equipamentos.

O Congresso se prepara para aprovar um pacote de US$ 2 trilhões, num cenário em que as medidas de contenção não são consideradas suficientes para deter a pandemia. Num único dia, os EUA registraram mais 13.968 casos novos de Covid-19.  Segundo o Worldometer, que faz estatística em tempo real, e dados da universidade Johns Hopkins, os EUA tinham ontem 83.507 casos. A China, 81.782. A Itália está em terceiro lugar, com 80.589. Outros serviços de monitoramento, como o do New York Times mostram a explosão de casos logo em seguida.

Não faltaram avisos de que esse dia chegaria. A comunidade científica alertava desde janeiro o governo do presidente Donald Trump de que o país seria duramente atingido. Mas só nos últimos 15 dias a Casa Branca começou a tomar medidas mais substanciais, ainda assim, relutantes em relação ao isolamento social. Sem barreiras de verdade, o vírus seguiu então o ritmo projetado pelos cientistas, e explodiu.

O aumento explosivo do número de casos era esperado por dois motivos. Primeiro, porque os EUA, com grande atraso, finalmente começaram esta semana a testagem em massa. E a propagação que era estimada se materializou em números.

Bebê de 3 meses está entre os casos confirmados de coronavírus em MS; casos chegam a 25

Globo.com

Um bebê de 3 meses de idade, do sexo masculino, de Campo Grande, é o mais recente caso confirmado de coronavírus em Mato Grosso do Sul. Ele é filho de um outro paciente com a doença. No total, o estado registra, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira (26), 25 casos do covid-19.

Segundo a secretaria estadual de saúde, o estado de saúde da criança é estável. O caso foi notificado na segunda-feira (23) e confirmado hoje. Conforme o boletim, Mato Grosso do Sul teve 388 casos notificados, dentre eles 299 descartados, 11 excluídos, além de 53 permanecerem sob suspeita. Dos casos confirmados, 23 são em Campo Grande, 1 em Sidrolândia e 1 em Ponta Porã. Até o momento, nenhum óbito foi registrado.

22 municípios estão com casos suspeitos: Amambai (1), Aparecida do Taboado (3), Aquidauana (2), Bataguassu (1), Batayporã (1), Bela Vista (1), Campo Grande (23), Chapadão do Sul (1), Costa Rica (1), Coxim (3), Dourados (1), Iguatemi (1), Miranda (1), Naviraí (1), Nova Andradina (1), Paranaíba (1), Ponta Porã (3), Porto Murtinho (1), Ribas do Rio Pardo (2), Rio Brilhante (2), Rio Verde (1) e São Gabriel do Oeste (1).

O Governo do estado reafirmou, ainda, a importância de manter a estratégia do isolamento social em Mato Grosso do Sul, mas reforçou que não paralisou totalmente a economia, mantendo indústrias e a agropecuária funcionando, principalmente para manter o abastecimento regularizado.

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