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:: 16/nov/2019 . 16:48

Destroços do avião que caiu em Barra Grande foram retirados neste sábado

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Os trabalhos de retirada dos destroços do avião bimotor Cessna 550 que caiu nesta quinta-feira (14) próximo da pista de pouso do resort Kiaroa Eco-Luxury Resort, na praia de Barra Grande, distrito de Maraú, na região sul da Bahia começaram na manhã deste sábado.

O material foi levado para um hangar que é de propriedade da família do deputado federal Guilherme Mussi. A queda do avião deixou uma vítima fatal confirmada: Marcela Elias, figura muito conhecida na alta sociedade paulistana. Marcela era casada com Eduardo Elias, filho de Jorge Elias, um dos maiores decoradores do Brasil, e Lucila. Marcela, que era jornalista e atuou por muitos anos como relações públicas, morreu carbonizada.

 

O bimotor pertence ao banqueiro José João Abdalla Filho, conhecido como Juca Abdalla, dono do Banco Clássico e um dos homens mais ricos do Brasil.

Aeronáutica começa investigação sobre queda de avião em Barra Grande; uma pessoa morreu e 9 ficaram feridas

Investigadores do Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II), da Aeronáutica, chegaram nesta sexta-feira (15) a Barra Grande, distrito que pertence a Maraú, no baixo sul baiano, para investigar a queda de um avião no local.

O acidente aconteceu na quinta-feira (14) em uma pista de pouso de um resort de luxo da região que está desativado. Uma mulher morreu carbonizada e nove pessoas ficaram feridas. Todas as vítimas feridas, entre elas uma criança de 6 anos, estão internadas em Salvador.

A Seripa II, que é um órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), faz uma coleta de dados, a partir da análise de partes da aeronave, fotografias da cena, reunião de relatos de testemunhas e documentos.

De acordo com a Aeronáutica, a investigação realizada pelo CENIPA vai apontar as causas do acidente e tem, também, o objetivo de prevenir que novos acidentes com as mesmas características aconteçam. Não há data para conclusão da investigação.

 

Tuka Rocha, vítima de queda de avião, segue internado em estado grave

Ex-piloto da Stock Car, Tuka Rocha é um dos sobreviventes de um acidente aéreo

Da Revista Veja

A informação dada pelo comentarista Luciano Burti, durante a transmissão dos treinos livres para o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 no canal SporTV, de que o ex-piloto de Stock Car paulistano Tuka Rocha havia morrido após a queda de um avião bimotor Cessna 550 na tarde de quinta-feira 14, em Maraú, no sul da Bahia, foi desmentida minutos depois pelo narrador da casa, Sergio Mauricio. Tuka, chamado Christiano Chiaradia Alcoba Rocha, segue internado em estado grave no Hospital Geral do Estado, em Salvador, com queimaduras em 80% do corpo.

A queda do avião deixou uma vítima fatal confirmada: Marcela Elias, figura muito conhecida na alta sociedade paulistana. Marcela era casada com Eduardo Elias, filho de Jorge Elias, um dos maiores decoradores do Brasil, e Lucila. Marcela, que era jornalista e atuou por muitos anos como relações públicas, morreu carbonizada.
 

Seu filho de seis anos e o marido também estavam a bordo. Conforme a secretária de Saúde de Maraú, Juliana Lemos, eles ficaram com 90% do corpo queimado e são os feridos em estado mais grave. Ainda segundo Juliana, as outras vítimas apresentam queimaduras que cobrem entre 30% a 40% dos corpos.

O avião transportava amigos e parentes para um final de semana na Bahia. Também estavam a bordo Maysa Mussi, Eduardo Mussi (irmão do deputado Guilherme Mussi), Cristiano Rocha, Marcelo Constantino Alves, Marie Cavelan, Fernando Oliveira e o piloto da aeronave, Aires Napoleão Guerra.

Segundo a prefeitura de Maraú, a aeronave pegou fogo — ainda não se sabe se devido a algum problema que pode ter causado a queda ou se em função do choque com o solo, ocorrido por volta das 14h.

Em entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, o deputado estadual de São Paulo Delegado Olim (PP) informou que os passageiros do avião são da família do deputado federal licenciado Guilherme Mussi (SP), presidente do PP em São Paulo.

“Eles têm uma fazenda lá em Maraú, essa pista é da família. Foi descer o avião e pegou fogo. O irmão dele estava com a esposa, a moça que morreu é irmã da mulher dele [do irmão de Mussi], tem uma criança também. Eles estavam em oito no avião. O irmão dele conseguiu falar com o pai dele, que está fora do Brasil, está todo mundo meio em estado grave no hospital. Até está mandando um avião UTI para a Bahia para ver se vão transferir alguém pra cá”, relatou Olim.

O bimotor pertence ao banqueiro José João Abdalla Filho, conhecido como Juca Abdalla, dono do Banco Clássico e um dos homens mais ricos do Brasil. A reportagem entrou em contato com o banco, que não forneceu nenhuma informação sobre a aeronave ou sobre o paradeiro do proprietário.

De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o bimotor prefixo PT-LTJ, registrado em nome de Abdalla, foi fabricado em 1981, adquirido em agosto de 2015, e estava com o certificado de aeronavegabilidade em situação regular. Registrado para realizar serviços aéreos privados, o bimotor não pode ser utilizado como táxi-aéreo comercial.

 





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